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Marcos Mello Cavallaria fala sobre o sucesso do Cavallaria Exhibition, projeto que mistura física quântica e fotografia

Foto: Reprodução/ Instagram

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Marcos Mello Cavallaria fala sobre o sucesso do Cavallaria Exhibition, projeto que mistura física quântica e fotografia

Se dividindo entre Paris e Nova Iorque, Marcos Mello Cavallaria sempre busca uma nova maneira de expressar sua paixão pela arte, com obras que misturam física quântica e fotografia. Agora, o artista brasileiro levou para um dos maiores festivais de arte do mundo – o Burning Man, nos Estados Unidos – seu projeto Cavallaria Exhibition, uma Live Performance inspirada no pensamento da ”Teoria das Cordas”.

A exposição foi um sucesso absoluto, e agora ele prepara uma turnê que deve passar por Paris, NY, Tulum e Brasil. Com muita luta, conseguimos um espaço na agenda lotada do artista, e ele falou um pouco sobre a criação, desenvolvimento e próximos passos do projeto.

Como surgiu a ideia da Cavallaria Exhibition? Algo em especial na Teoria das Cordas que te inspirou?

A Cavallaria Exhibition nasceu do meu fascínio pelo existencialismo da vida.  Não há para mim assunto mais relevante a refletir e conseguir de alguma forma expandir e trazer o invisível pro visível.

Sim, totalmente, o pensamento da Teoria das Cordas é o meu ponto de partida para o  desenvolvimento dos conceitos da exhibition. Ao refletir e seguir o conceito que tudo é composto de um filamento de luz, comecei a desenvolver experimentos na qual pudesse dividir minha inquietude existencial, e mostrar a visualização do tempo e os fragmentos de luz até então invisíveis a olho nu. Utilizando minhas maiores fontes de inspirações a musas e a luz, por meio da minha ferramenta principal de arte hoje, a câmera de cinema RED. 

A relação entre realidade e dimensão se tornam reais sob efeito óptico captado pelas lentes de Marcos, que foram desenvolvidas a partir de estudos e tecnologia fornecida pela RED DIGITAL e seus cientistas, que são os mesmos da Nasa.

Marcos Mello Cavallaria durante o Burning Man, nos Estados Unidos. (Foto: Divulgação)

Como foi a experiência de estar no palco principal de um dos maiores eventos de arte do mundo?

Foi uma experiência fenomenal, realização de um sonho. Contei  com  as ferramentas, profissionais e artistas certos para que essa manifestação artística se materializasse, saindo do campo do inspiracional para realidade, com muito trabalho duro de 18 horas por dia em meio ao deserto.

Durante o Burning Man, fiz várias exhibition itinerantes pela Playa,  até o grande dia no aniversário de 60 anos do Guy Laliberté, fundador do Cirque Du Sulei. Ele tocou seu set e me convidou para realizar a exhibition , com uma performance nos conceitos do TimeFrame e Stardust, no painel do RoboHeart e na projeção mapeada realizada LightHarvest de 100K Lumens da PlayaAlchemist em sua pirâmide de 30 metros de altura. Foi uma grande alquimia artística proporcionando um novo alcance e experimentação da Cavallaria exhibition. Gratidão eterna a todos envolvidos.

O projeto Cavallaria exhibition mistura física quântica com fotografia (Foto: Divulgação)

Já temos uma data quando a exposição chega ao Brasil?

Devido a incompatibilidade de datas de agenda ainda não aconteceu, mas está previsto para esse ano ainda em São Paulo e  Rio de Janeiro. Provavelmente em dezembro depois da Art Basel Miami.

Marcos não se restringe apenas a arte “transdimensional”, seu talento se estende por vários âmbitos do entretenimento. Recentemente ele foi convidado para dirigir o clipe de ”Got Me Singing”, o primeiro da carreira do Jaafar Jackson, sobrinho do Michael Jackson. O registro teve cenas gravadas no Rio, e o resultado ficou nada menos que grandioso.

Você é artista multifacetado, com várias vertentes. Em sua visão qual projeto te desafia mais, a produção de algo como a Cavallaria Exhibition ou a direção de um clipe musical?

Obrigado pelo complemento! Eu vejo como esferas de vibração. A Cavallaria Exhibition é a conexão com o universo com o todo, consigo sentir-me como uma ferramenta num giro cósmico.  O music video já gira na esfera vibracional da relação entre artistas, uma da vibração sonora e outra da vibração de luz, e a fusão dos dois é a obra do music-video. É um back wash artístico.

 

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