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First Listen: Novo álbum de Selena Gomez é uma aula de amor próprio e aceitação

Foto: Divulgação

CRÍTICA

First Listen: Novo álbum de Selena Gomez é uma aula de amor próprio e aceitação

Selena Gomez é do tipo de artista que se a gente for parar pra falar sobre a sua carreira, poderíamos passar horas falando sobre suas polêmicas, namoros, recordes, hits, fofocas, mas hoje, estamos aqui para falar sobre algo raro. Isso mesmo, Selena Gomez finalmente voltou pra música.

Mas como assim “Selena voltou pra música” se nos últimos anos ouvimos diversos hits tocando na rádio com sua voz, como por exemplo “Taki Taki”, “Bad Liar” e “It ain’t me”? É que a Selena faz parte de um seleto nicho de artistas que o grande público ainda se interessa e pede por um álbum, e não se contenta apenas com singles ou um EP. E pra ter noção, o último álbum de estúdio da texana foi lançado em 2015.

Apesar do “Rare” ser[em tese] seu sexto álbum, Selena considera o segundo de sua carreira. Na divulgação do “Revival”, ela chegou a comentar que finalmente tinha encontrado a sonoridade que queria fazer, porém foi muito criticada já na letra do primeiro single “Good for you”, pela canção soar submissa demais, assim como outros singles da cantora.

Em entrevista recente, Gomez afirmou não se identificar com alguns trabalhos antecessores ao “Rare”, e ainda afirmou que o novo álbum é muito superior ao “Revival”.

RARE

Com letras maduras, Gomez da uma aula de amor próprio e aceitação com novo disco. A carga dramática nas letras traz uma conexão imediata com o público que tenha passado por dificuldades, seja ela qual for, na sua vida. É uma carta de auto-aceitação, de casamento com sua própria personalidade.

Produzido pelo hitmaker Martin Max, com faixas escritas por Julia Michaels, e coescritas por Selena, “Rare” é um álbum sexy e doce ao mesmo tempo, que te faz querer dançar e refletir. Te faz querer ser feliz!

A era já começou aclamada com Gomez conquistando seu primeiro #1 no hot 100 da Billboard e chovendo críticas positivas, desde os singles até o álbum.

Como destaques na tracklist, podemos citar “Dance again”, “Ring”, “People you know” e “Crowded room”. Inclusive, a primeira que citei clama pra ser single e “Ring” suplica um remix com Camila Cabello.

Hoje, com 27 anos, é possível notar o crescimento de Selena como mulher e artista. Se esse não for o último álbum, certamente daqui pra frente Selena entregará apenas trabalhos no qual ela se orgulhe, mostrando cada vez mais estar no controle da sua carreira e matando a fan base de orgulho.

On the up from the way down, look at her now. Watch her go!

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