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CRÍTICA | Cine Holliúdy 2 – Uma Chibata de Risos

Foto: Cortesia Globo Filmes

CRÍTICA

CRÍTICA | Cine Holliúdy 2 – Uma Chibata de Risos

Cine Holliúdy é uma saga que explora a ingenuidade de Francisgleydisson (Edmilson Filho) de levar o próprio cinema para uma cidade do interior do Ceará.

Com um grande salto temporal de 10 anos, o filme chega nos anos 1980 de forma descrente: a chegada da tv está em ápice e fez com que a sua pequena sala de cinema no interior do estado fosse fechada. Agora Francisgleydisson vive sua aventura morando com a sogra, e como se não podesse piorar, o próprio teve uma experiência alienígena que resulta uma ideia de criar um filme de ficção científica de Lampião batalhando contra extra-terrestres. Pelo incrível que pareça, Halder Gomes (Diretor do filme) conseguiu dá nexo à esse contexto tão fora do comum de cangaceiros com peixeiras batalhando contra alienígenas com sabre de luz, tudo isso se torna a batalha mais divertida que o cinema nacional já trouxe.

Através dos esforços que seu filme seja feito é que a sequência de Cine Holliúdy retoma com o título A Chibata Sideral.

Com maestria, o diretor consegue expandir a história com o dobro de humor, misturando política, religião e a forma de ambientar com as dificuldades que torna o filme mais a cara da gente.

Não podemos esquecer de citar os personagens caricatos, bem populares e exagerado, toda essa junção é o que faz tamanho sucesso da franquia.

Podemos destacar as adições de elenco: Samantha Schumtz e Molhem Cortez se destacam com personagens bem construídos, enquanto Chico Diaz se destaca como pintor sempre trazendo um mistério e boas gargalhadas por seus costumes inusitados e Sérgio Malheiros surge em uma ponta divertida. Tudo com a empolgação típica de Edmilson Filho, o grande sonhador, que agora encara frente a frente o apóstolo da cidade, o grande sonho de ter seu cinema e filme realizado.

Cine Holliúdy 2 chega aos cinemas nesta quinta-feira(21).

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